quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Vencedores do passatempo Landsbook



Aqui ficam os nomes dos vencedores do passatempo, que vão receber uma cópia do livro:

Vitor Manuel Ribeiro

Hagna P. Batista de Miranda

Vera Coutinho
A todos muitos parabéns!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Passatempo lands book - Pode ganhar este livro

O blogue lands book foi criado com o propósito de ser um livro aberto de uma pessoa que gosta de partilhar ideias com outras pessoas: "As ideias passam como linhas rápidas, por esse motivo, devemos registar as que valerem a pena". Igualmente tem e segue outros blogues amantes de literatura.
Com a colaboração da Tecto de Nuvens, lançou um desafio a todos os seus seguidores bem como a todos que o pretendam ainda ser: o primeiro passatempo lands book em que os prémios são... livros! Exactamente, ou não gostássemos todos de uma boa leitura!

blogue oficial: http://landsbook.blogspot.com/
blogue associado: passatemposlandsbook.blogspot.com

terça-feira, 21 de julho de 2009

Encomendar o livro

Pode já encomendar o livro e ser dos primeiros a ter acesso à informação que há muito procurava, agora devidamente organizada, adaptada à realidade portuguesa e escrita em português.
Encomende agora e receba algumas ofertas muito simpáticas e a possibilidade de porte gratuito na compra deste livro e de mais outro do nosso catálogo.


Publicações On Demand:
Também você P. O. D. escrever um livro!
, Teresa Cunha e Lígia Ramos

Um manual prático sobre a impressão digital e as publicações On Demand (a pedido), destinado tanto a potenciais autores, como a todos aqueles que se interessam por livros e publicações. Em linguagem acessível é explicado o básico sobre a edição e são respondidas muitas das dúvidas que as pessoas têm sobre este, ainda novo, sistema de publicação. Há ainda lugar à recolha de alguns testemunhos de autores que já usaram este sistema.
68 páginas, capa mole, Tecto de Nuvens, 2009; PVP 5€

Para encomendar mande um email para loja@tecto-de-nuvens.pt.

Publicações On Demand - Também Você P.O.D. escrever um livro!

Enquanto aguardamos o lançamento do livro, que está mesmo, mesmo, quase a chegar, deixamos aqui um cheirinho do que é o livro.


" Escrever um livro

Vamos lá admitir, sempre pensou que sabia histórias suficientes para escrever meia dúzia de livros e escrever outros tantos argumentos para filmes, certo? Mas a verdade, é que só a sua mente e, eventualmente, a sua gaveta (genericamente chamemos gaveta à própria, ao baú, à disquete, CD, pen, disco rígido, etc.) é que conhecem o seu potencial literário. Pois é... A nossa clarividência ainda vai mais longe, quer ver?
Já pensou, seriamente, em publicar, mas, ao inteirar-se sobre o sistema, assustou-se. Pensou, mas porque é que me vou sujeitar a longos períodos de espera por uma resposta que, potencialmente, vai ser negativa? Porque motivo vou deixar que uma pessoa desconhecida me destrua o sonho de ser escritor? E nem sempre o vai fazer dizendo que eu não sei escrever e o que os meus textos não interessam, literalmente, a ninguém. Não, vão-me dizer que, neste momento, o mercado está saturado daquele género, que a minha obra só interessará a um pequeno nicho de mercado, umas duas ou três centenas de leitores ("Eia! Há trezentas pessoas que gostariam de ler a minha obra? Eu não conheço tanta gente, mas tenho o potencial para lhes interessar!") e um número tão pequeno ("Ups!") de potenciais leitores não justifica o investimento ("Bolas!"). Há ainda a situação mais corrente, não obtém qualquer tipo de resposta!
Num momento mais calmo, e de profunda reflexão, pensa que, de facto, as editoras devem receber "carradas" de manuscritos de grande qualidade, e muitos, de autores já consagrados, e num momento de modéstia, pensa que, realmente, era muita pretensão sua querer estar nas prateleiras junto de um Camões ou de um Shakespeare. Pois, mas agora está numa livraria e está-se a dar conta que nos destaques não está nem um, nem o outro, mas sim figuras públicas, desportistas, jornalistas, etc. Um dia viu as pessoas nas notícias, a propósito de um qualquer escândalo, e agora ali estão, com o seu livro em destaque. Várias ideias lhe vêm à cabeça: afinal o processo de edição não é assim tão demorado; também não parece ser necessário saber-se escrever para se publicar; mercado saturado não é um conceito objectivo, etc.
Agora instala-se a frustração e, num momento mais emotivo, começa a mostrar a outras pessoas o que escreveu. As reacções são boas, aliás, as pessoas parecem olhar para si de outro modo ("Nunca imaginei que fosse capaz de escrever..."), começa até a sentir-se importante. Evidentemente que, de um modo unânime, lhe dizem que tem de publicar, afinal de contas "É muito melhor do que alguma da porcaria que é publicada actualmente.". Explica-lhes que o processo é complicado até porque, obviamente, parece que os editores terão critérios ligeiramente diferentes dos dos seus amigos.
Inevitavelmente, há quem lhe sugira, quase em surdina, uma edição de autor, como se isso fosse o equivalente a comprar um diploma ou a subornar alguém para obter algo...
Mas façamos uma pausa para reflexão, quem disse que as obras de autor têm menos valor? O cinema independente, os discos gravados fora dos grandes estúdios, a casa que o arquitecto desenhou para ele próprio; o banquete, completo, confeccionado por si e degustado pelos seus amigos – quem disse que não tinha valor? A escultura que o escultor nunca mostrou a ninguém não terá valor artístico? A pessoa que nunca ganhou um concurso de beleza é, automaticamente, feia?
Não é preciso insistir mais, pois não? Já percebeu a ideia.
Voltemos, então, ao seu trabalho e ao valor que este potencialmente tem, concentremo-nos, de novo, nas trezentas pessoas que aguardam, ansiosamente, que alguém publique qualquer coisa que lhes diga algo. Já viu a sua responsabilidade? Está a privar essas pessoas de algo que, até já existe. E tem a certeza de que são só três centenas de pessoas? Pode acontecer que cada uma dessas pessoas dê o livro a ler a outras tantas! Já começou a fazer contas?
Bom, agora vamos aos números. É escusado esconder, quando pensa em escritores, não está a pensar naqueles desgraçados, cheios de frio (e se calhar de fome) a escrever à luz da vela e que, inevitavelmente, morreram tuberculosos. Pois claro que não pensava nesses, esses são os "monstros sagrados da literatura", nem sempre o seu valor lhes foi reconhecido em vida e uma boa parte deles não conseguia sobreviver com o dinheiro que ganhava com os livros.
Pronto, também não é preciso envergonhar-se, estava a pensar naqueles autores milionários que aparecem na televisão e em eventos importantes, naqueles que vendem os direitos dos livros para filmes e para séries, certo? Pois é, não se iluda, esse exercício de imaginação desenfreada que esteve a fazer, é bom, mas é para o enredo do seu próximo livro, não para aquilo que lhe está reservado no mundo das letras...
Vá lá, não amue, afinal, dá uns toques na bola mas ninguém lhe oferece um contrato milionário para ir jogar para um clube de topo; tem uma bonita voz, mas não vai passar os próximos anos em digressões mundiais em que todos os locais onde vai cantar esgotam em segundos, pois não? Então porque não calibra as suas ambições literárias para a realidade? Se acredita que tem talento – ah! não se deixe enganar, talento não é algo que se contabilize em dólares, euros ou barris de petróleo -, se gosta de escrever, se quer dar a ler o que escreve, então é muito simples, aposte em si!
Sim, ouviu bem, aposte em si. Como pode querer que outros apostem em si, se não é capaz de lhes dar o exemplo? Pense na edição dos seus livros como um negócio: anda a dizer aos potenciais investidores que tem um excelente negócio com retorno garantido dos investimentos, quando lhe perguntam quanto é que vai investir, responde que não vai investir nada. O que é que acha que acontece? Nada!
Portanto, se já fez o mais difícil, que foi escrever, então porque espera para publicar?
Ao longo das próximas páginas, vamos explicar-lhe todo o processo e mostrar-lhe como conseguir dar a ler os seus livros e, ainda por cima, ganhar dinheiro.
Muito complicado? Não, é a coisa mais simples do mundo – para si, claro, é que o único requisito é ter talento, mas isso é coisa que não lhe falta, não é? "

Outros assuntos que pode encontrar no livro:

As publicações on demand: quando surgiram, porque surgiram, com que objectivo? Como funciona?
O processo editorial, diferenças e semelhanças.
O que tem a saber sobre um livro. Decisões a tomar.
Direitos de autor e permissões.
O seu livro. Como fazer, como não fazer.
Marketing editorial
Patrocínios
Vantagens, desvantagens
Nota final
Testemunhos